Curso sobre Borrachudo

Foi realizado nos dias 13 e 14 de novembro, no salão da comunidade de Arroio do Padre I, um curso em parceria com o Senar, através do veterinário Ricardo Soares Matias que ministrou o curso para capacitação no controle do borrachudo a um grupo formado por agentes de saúde, agricultores, funcionários públicos municipais, professores e técnicos. O curso foi realizado a partir da demanda dos agricultores do município, que em diversas oportunidades relataram o grave problema que é a presença deste inseto na vida das famílias rurais. O tema foi levantado em uma reunião do Conselho Municipal de Saúde e a partir daí foi dado início às tratativas para sua abordagem, a Emater/RS articulou o curso em parceria com o Senar e as secretarias municipais da Saúde, Educação e Agricultura. O curso foi composto de uma parte teórica e outra com prática, a larva do borrachudo foi identificada, feitas medições de vazão no leito do Arroio do Padre e após foram feitos os cálculos para aplicação do produto biológico utilizado para o controle do inseto.
No encerramento do curso participaram os secretários da Saúde Andréia Schmechel, Secretário da Educação Daniel Rocha e da Agricultura Rafael Rutz, a nutricionista Maria de Fátima Rocha e o prefeito Leonir Baschi, além de outros assessores e membros das secretarias. Existe a intenção de realizar outros momentos para encaminhar o assunto a partir desta capacitação. O evento foi considerado de grande importância para que a seja definida uma estratégia para início de um programa local de controle do borrachudo. Os presentes tiveram um ótimo aproveitamento e participaram ativamente do curso.
O borrachudo está presente na região há pouco tempo e o problema vem se agravando ao longo dos anos. Além do incômodo que causa as pessoas e animais o inseto ainda pode transmitir doenças e causar grandes perdas econômicas devido a sua presença. Seu controle depende de uma ação organizada em uma área de maior abrangência. Não adianta um controle localizado, logo a área fica infestada novamente. Alguns municípios já estão desenvolvendo ações para minimizar os danos causados pelo borrachudo, onde bons resultados têm sido observados. Além do controle biológico há necessidade intensificar os cuidados com o meio ambiente como: o saneamento básico, conservação de solos, redução do uso de agrotóxicos, presença de predadores (peixes, anfíbios, insetos, etc.). A educação ambiental é a principal forma de evitar o desequilíbrio, sempre que isto ocorre, normalmente há explosão de uma ou outra espécie que aproveita a falta de seus inimigos naturais para aumentar sua população e causar problemas ao homem e outras espécies.

 

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